No dia 10/04/2012 (terça-feira), os dirigentes do SINSEPI estiveram com o Secretário de Administração Hiderval Sousa, para a entrega da proposta de reajuste dos servidores ainda não contemplados, explicando cada item da pauta, com promessa de serem repassadas para os responsáveis.
No dia 16/04/2012
(segunda-feira) os membros da mesa de negociação estiveram novamente com o
Secretário de Administração Hiderval Sousa. O Secretário apresentou uma listagem
com os valores de cada cargo, porém não deixou fechado nenhum percentual, já
que depende do respaldo do poder executivo.
Pediu que lhe fosse dado um prazo para que fosse feito o impacto na
folha e para que o setor financeiro da prefeitura pudesse lhe fornecer dados
precisos sobre o percentual do município quanto ao alerta do TCM – (Tribunal de
Contas dos Municípios) para que não venham a prejudicar o município
descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Deveria ter havido no dia 25/04/2012
(quarta-feira) uma nova reunião, mas foi remarcada para o dia 02/05/2012 (quarta-feira) pela manhã. Adiada
novamente para o dia seguinte (03/05), sendo readiada dessa vez sem data determinada.
Aguardamos até o dia 07/05/2012
(segunda-feira), não havendo retorno ligamos para o Chefe de Gabinete Fábio
Oliveira, que nos pediu um prazo até o dia 11/05/2012
(sexta-feira), para nos dar um posicionamento. No dia marcado, ligamos e o
mesmo nos repassou que não havia resposta, quando perguntado sobre um novo
prazo, ele disse não ter.
No dia 14/05/2012
(segunda-feira), o diretor Edinaldo Xavier foi à prefeitura tentar agendar uma
reunião com o prefeito Abdias Patrício de Oliveira. Foi informado que a agenda
do dia 15/05/2012 (terça-feira) já
estava lotada, mas que a do dia 16/05/2012
(quarta-feira) estava livre.
No dia 15/05/2012
(terça-feira), iniciamos as nossas ligações às nove horas para termos uma
audiência com o prefeito, sendo que até às doze horas o prefeito ainda não
havia chegado a prefeitura para seu expediente. Quando ligamos às treze horas,
qual foi a nossa surpresa! O prefeito havia chegado e dado resposta negativa a
nossa solicitação, ou seja, que não nos receberia, dizendo ele que procurássemos
os seus secretários.
No dia 17/05/2012
(quinta-feira), Erivanda Serpa liga para a presidenta Sabina Leila para saber informações
sobre o desenrolar das negociações, até como servidora que é e representante do
povo eleita. Foram relatados todos os acontecimentos sendo fidedignos aos
acontecimentos.
Em sua fala na sessão a vereadora expõe o que lhe informou a diretora
sindical, cobra posicionamento da administração municipal e interferência dos
vereadores de base do prefeito para acontecer tal negociação. Convida-os para
assinarem com ela um ofício direcionado ao gestor municipal para que o prefeito
receba os representantes do SINSEPI dando um ponto final ao assunto. Na mesma
sessão o presidente interino da Câmara Municipal João Roberto afirma que até o
dia 24/05/2012 (quinta-feira) tem o
compromisso de dar aos dirigentes sindicais um posicionamento.
No dia 21/05/2012
(segunda-feira), iniciamos a peregrinação de ligações ao senhor vereador Antonio
Mauro Guimarães, solicitação do mesmo que demonstrou interesse em fazer a ponte
entre vereadores e administração, dizendo ele está preocupado com a situação já
que está sendo procurado pelos servidores inconformados.
Por volta das 16h (dezesseis horas) atendeu a ligação o vereador e respondeu
não ter havido condições de marcar a reunião com o prefeito, mas solicitou ligação
no dia 22/05/2012 (terça-feira). Quando
conseguimos falar com o mesmo ele se comprometeu a vir ao SINSEPI dia 23/05/2012 (quarta-feira) para
conversar. A presidenta Sabina Leila ligou novamente para o chefe de gabinete
Fábio Oliveira que respondeu não ter nenhum posicionamento, mas que ligasse no
dia 23/05/2012 (quarta-feira) que
seria dado uma resposta.
No dia 23/05/2012 (quarta-feira)
a diretora presidenta tentou em vão o contato com o chefe de gabinete. À tarde,
o vereador Mauro Guimarães esteve no sindicato lhe relatando que teve
conhecimento da Lei Eleitoral, artigo 73, que determina 180 (cento e oitenta
dias) antes das eleições para o gestor poder repassar reajuste salarial
(Nenhuma novidade para esta instituição quem vem ressaltando a questão de tempo
determinado por ser ano eleitoral). Juntos, efetuaram telefonemas para o
vereador José Nilson de Lima Santos, não tendo uma resposta concreta sobre o
desmembramento do assunto.
No final da tarde do dia 23/05/2012
(quarta-feira) recebemos uma ligação do professor-vereador Auricelio da Silva
Nunes que transferiu a ligação para o chefe de gabinete onde marcava uma
reunião para o dia 24/05/2012
(quinta-feira) às 13h(treze horas), no Paço Municipal.
As pessoas que estão diretamente ligadas à negociação foram convidadas,
compareceram ao paço Sabina Leila, Edinaldo Tavares, Socorro Costa, Iris Cleide
e Margarida de Sousa que foram recebidos pelo Chefe do gabinete Fábio Oliveira
e o secretário de administração Hiderval Sousa. A diretora do SINSEPI relatou
sobre os percentuais (Nível médio 14,22% mantendo os 3% entre as referências e Nível
superior 10%) explicando acontecimentos das negociações passadas que
favoreceram mais a um nível que outro, esclarecendo que há dois meses (04/04) procura obter da administração
resposta para os servidores não tendo êxito, conversou o grupo sobre as
contratações abusivas no município e relataram fatos constatados de superlotações
em alguns locais de trabalho da administração.
O chefe de gabinete solicita que lhes deem um pouco mais de tempo para
que haja uma análise precisa das finanças. Pedi que se aguarde até o dia 31/05
(trinta e um de maio) para que a gestão apresente sua resposta. A comissão aceita
esperançosa mesmo com uma grande descrença de se cumprir a palavra, já que o
filme se repete.
No dia 30/05/2012 (quarta-feira),
a diretora liga para o Sr Fábio para que seja marcado o horário da reunião onde
poderia ser entregue a resposta. O chefe de gabinete lembra-lhe que o dia 31/05
tem 24h e que chegará a sede do sindicato um documento com a decisão da
prefeitura.
O fato é que a prefeitura não cumpriu com sua palavra. Na verdade não
nos surpreende, pois já constatamos várias promessas que saem ao vento. Iludindo
apenas a eles mesmos já que vem plantando a imagem da descrença, porém deixando
mais claro o quanto há de descompromisso e desrespeito para com estes
servidores que esperam desde fevereiro por um reajuste um pouco significativo
como foi para as gratificações de diretores e coordenadores das escolas
municipais. Que mesmo com as justificativas não convence aos que estão
esquecidos.
Não surpreende a esta instituição que a administração veio protelando
para deixar o assunto reajuste salarial chegar ao cúmulo do INPC ( em médio 5%).
Já que estamos num ano de eleição com prazo determinado, sendo bem mais fácil afirmar
que por determinação de lei é o que podem repassar. A responsabilidade não lhes
caberá nas costas e o conformismo será mais rápido já que não há aonde recorrer.
Tais fatos faz-nos apenas constatar o descaso estampado quando se diz
respeito aos servidores da Saúde e da Administração, pois tempo se teve (1º de
fevereiro) e recursos vêm sendo constatado na aplicação através do inchaço na
folha de pagamento, ato relatado pela boca de todos os servidores que constatam
o número de contratados segurados nas instituições públicas.
Mais uma vez, percebe-se que a verbalização de promessas citadas em
reuniões por todo grupo (administração/câmara) em nada externam até esta data fatos
concretos, são apenas mecanismos pessoais para alcançar, in lócus, outras
esferas por hora imprescindíveis para chegarem a benefícios comuns.
Deixamos o nosso informativo, demonstrando uma linha de negociação, como
forma de repúdio a conduta da administração que se vem constatando durante todo
o processo. Tal postura transcende a nossa capacidade de incorporarmos uma
Administração que diz estar trabalhando para retribuir aos seus profissionais a
verdadeira possibilidade de exercer a cidadania em novos tempos embasada por
novos rumos. Que rumo é este mesmo, hem? O pior cego é aquele que insiste em
não ver.
Diretoria do
SINSEPI
02/06/2012

Este é o resultado de uma administração pública que só olha para o próprio umbigo. Emprega seus patrícios e deixa os itaitinguenses concursados à revelia: o sindicato precisa agir (judicialmente, meios de comunicação, etc.) para defender os direitos constitucionais dos seus integrantes.
ResponderExcluirComo acreditar em uma gestão que deixa de chamar os aprovados em concurso público (arquivou até vencer) para empregar os familiares de seus vereadores.