No dia 22 de outubro de 2009, a chapa a qual eu, Sabina Leila Barros dos Santos, encabeçava foi eleita para o pleito 2009-2011. Em janeiro de 2009, na assembléia de posse da diretoria, a ex-diretora Sandra Lúcia Bessa pronunciou-se, dando informes sobre a situação das linhas telefônicas da TIM NORDESTE e as devidas pendências.
Relatando a mesma que quando foi feita a assembléia para ser deliberada a aquisição dos
aparelhos e a reunião com a diretoria do SINSEPI para apresentação da proposta, anterior a gestão vigente, (2006-2008), o representante da TIM, Reinaldo Costa havia explicado da seguinte forma; que o plano de minutagem que fosse de 100 (cem) ou 200 (duzentos) minutos, ao portador do plano que quisesse raiz de 50 (cinquenta) minutos seria cobrado o minuto a R$ 0,27 (vinte e sete centavos), pois se não fosse assim os minutos excedentes ao plano sairiam no valor de R$ 0,57 (cinquenta e sete centavos).
Segundo a compreensão de todos, foi afirmado que as faturas iriam para a casa do servidor e os mesmos seriam responsáveis pelo pagamento delas e que caberia ao SINSEPI apenas a função de manter contato com a empresa TIM, somente quando houvesse problemas com os aparelhos.
Só que na verdade após diversas ligações, idas e vindas à sede da TIM em Fortaleza, A diretora Sandra Lúcia Bessa constatou que havia discordância em tudo que foi repassado pelo vendedor e que, quem seria de fato responsável por tudo era o SINSEPI, como também o plano da raiz seria para a entidade pagar. Como as pessoas que compraram os aparelhos assinaram contratos, o sindicato tem como viés esta possibilidade de solucionar o problema, acionar os meios legais,
entrando judicialmente e cobrando-as.
Frisou a diretora Sandra Lúcia Bessa, em sua fala diante da plenária de posse de minha gestão (2009-2011) afirmou que se poderia acionar a justiça para se ver a situação da raiz. Haja vista que os valores estavam na época em R$ 9.500,00 (nove mil e quinhentos reais aproximadamente e que em virtude disso o CNPJ do SINSEPI estava no SERASA. Já com relação aos débitos das faturas, sugeriu um prazo de dois dias para que os servidores e munícipes que adquiriram os aparelhos procurassem a sede do SINSEPI para quitarem ou parcelarem suas contas. O que ficou acordado por todos do plenário presente. Mesmo assim poucos compareceram ao sindicato
para conversarem com ela, até que assumi a gestão, fiz novamente assembléia, e fui autorizada a procurar meios para solucionar a dívida.
Devido a minha gravidez, tive que me afastar por quase todo ano de 2009, em virtude disso, as negociações ficaram suspensas. Em março de 2010, retornando da licença maternidade e assumindo as atividades da instituição, uma de minhas primeiras ações foi manter contato com a TIM NORDESTE, solicitando a relação dos devedores, onde fui informada que correspondia a 92 (noventa e dois) devedores, do total de 115 (cento e quinze) aparelhos que haviam sido vendidos para servidores e pessoas não servidoras do município de Itaitinga. A partir desse momento é que fui começar a entender a situação, pois a empresa TIM NORDESTE mensalmente nos enviava faturas de cobranças que totalizaram, na época, em média 40.000 reais.
No inicio o contato com a empresa TIM foi bastante complicado, pois lá constava como diretora do SINSEPI a Sandra Lúcia Bessa, então eu não representava a instituição SINSEPI. Encaminhei a pauta de minha posse constando a diretoria gestão 2009-2011, para regularizar a identificação do responsável legal da instituição. Fiz diversos telefonemas, sem obter nenhum resultado, passei horas e horas procurando manter contato com a empresa, até que consegui obter por ter
como funcionária da TIM no Rio de Janeiro uma prima minha que conseguiu fazer com que eu obtivesse as respostas para minhas indagações. Solicitei dos atendentes a listagem dos devedores, informes estes que eu pude identificar os responsáveis pelos débitos.
De imediato procurei pagar as faturas que constava como devedor o SINSEPI, eram 10 (dez) faturas no total, e dessas não consegui identificar quem eram os usuários da linha, cheguei a conclusão que poderiam ser os antigos diretores já que estavam com a identificação do SINSEPI. Paguei 8(oito) ficando apenas duas, que a TIM só me enviou os valores das faturas. Compreendi que só poderia quitar as 2 (duas) restantes depois que todos os débitos fossem pagos.
O processo todo ocorria assim: O usuário da linha não pagava, havia em seu débito com juros e também para as contas de responsabilidades do SINSEPI acresciam juros. Em virtude disso não pude liquidar todos os débitos em que constava o nome do sindicato.
Solicitei, por várias vezes, que a empresa TIM NORDESTE me enviasse as faturas por email
para que os devedores que queriam quitar a dívida solicitavam. Foi o meio mais rápido que consegui, pois temos algumas deficiências com a entrega das correspondências no município de Itaitinga, muitas faturas chegavam já com o dia do vencimento passado. Procurei identificar
cada responsável das respectivas dívidas. Pesquisei o que havia de informações no sindicato, tendo grandes dificuldades nas respostas, pois tive que colecionar tudo (Código do cliente, Endereço, CPF, RG, Código do Contrato, a linha), muitas pessoas da lista eu não conhecia, solicitei ajuda ao funcionário do sindicato Lídio Maia, que me ajudou com algumas informações, mandei fazer, diversas vezes, a entrega das faturas nas residências identificadas, tive como
empecilho a mudança de algumas pessoas do endereço no município de Itaitinga para Fortaleza , algumas pessoas moravam em Fortaleza e outras haviam ido morar fora do estado do Ceará.
Alguns/mas devedoras/res colocaram a mão na consciência e pagaram, já outras vieram ao
sindicato e afirmaram não pagar a dívida por se sentirem ludibriados com o que lhe foi oferecido, outros disseram que iriam colocar o sindicato na justiça se os cobrassem (pode?), além de ter ainda aqueles que comparavam os descontos dados para alguns, pois o desconto a TIM verifica quando foi a aquisição, e não efetuavam o pagamento.
Mesmo enfrentando todos esses obstáculos, procurei enviar as faturas para aqueles que
foram identificados. Dos 92 (noventa e dois), consegui reduzir para 70 (setenta) devedores. Incluindo as 8 (oito) que paguei do SINSEPI.
Como diretora da instituição, tenho consciência que não estou medindo esforços para sanar a dívida e venho procurando encontrar uma solução que possa ser benéfica a ambas as partes, mas infelizmente dependo de pessoas que por muitas vezes não estão preocupadas em honrar a palavra e nem o compromisso que muitos assumiram assinando um contrato no sindicato. Contratos esses que encontrei inúmeras falhas em seus preenchimentos.
Em 17 de fevereiro de 2011, fomos convocados a comparecer ao fórum de Itaitinga para uma audiência com a representante da empresa TIM NORDESTE, a advogada Lígia Arrais e a senhora juíza da Comarca. Havia a possibilidade de a TIM nos executar solicitando a tomada de bens do sindicato e até o bloqueio de nossa conta bancária para o pagamento da dívida. Estive lá, acompanhada do advogado do SINSEPI, David Oliveira, onde coloquei minhas argumentações de como estava procedendo até então. Foi solicitado um relatório geral e surgiu a possibilidade de sanarmos a dívida se colocássemos como alternativa passar a dívida de pessoa jurídica para pessoa física, para só assim poder ser resolvido a questão. Já que com os contratos teríamos a chance de fazer a cobrança judicialmente a cada usuário das linhas.
Iniciamos a ação de pessoas físicas no final do primeiro semestre de 2011 e alguns/mas devedores/ras já receberam a intimação, foram ao fórum, conversaram com a promotora, estiveram no sindicato ou telefonaram, com o propósito de quitar a dívida. Quando a dívida é bastante significativa fazemos um parcelamento. Estamos com 5 (cinco) pessoas sanando a dívida.
Acredito ser a cobrança na justiça a única possibilidade de se resolver o problema, já que as pessoas em débito não se disponibilizam por iniciativa própria efetuar o pagamento, agora o que não considero correto é a instituição prejudicar-se por causa dos débitos.
Como servidora, que na época não participei de nenhuma assembléia para autorizar esse negocio com a empresa TIM, pois não era nem filiada, não aceito que minha contribuição mensal que possibilita a funcionalidade do processo sindical no município seja desviada para pagar dívidas alheias. Para tanto, espero que se possa chegar a uma solução mais viável possível. A dívida é real e a TIM não dispensa 1 (um) centavo, somente nós sairemos perdedores.
Presto este esclarecimento porque sei que comentaram durante a eleição, sem embasamento
concrjjeto a respeito desse assunto. Tudo que estou fazendo relativo à dívida da gestão anterior, me foi autorizada em assembléia pelos filiados, e se ainda ficar qualquer dúvida peço que me
procurem, e estou disposta a apresentar os recibos, as faturas, a relação dos devedores, relação esta que poderá vir a surpreender a muitas pessoas, devido aos nomes que lá constam. Se for para prestar contas, quero prestar, sem omitir documentos. Aprendi com meus familiares
que a honestidade é uma grande virtude do ser humano e a prezo muito!
Relatando a mesma que quando foi feita a assembléia para ser deliberada a aquisição dos
aparelhos e a reunião com a diretoria do SINSEPI para apresentação da proposta, anterior a gestão vigente, (2006-2008), o representante da TIM, Reinaldo Costa havia explicado da seguinte forma; que o plano de minutagem que fosse de 100 (cem) ou 200 (duzentos) minutos, ao portador do plano que quisesse raiz de 50 (cinquenta) minutos seria cobrado o minuto a R$ 0,27 (vinte e sete centavos), pois se não fosse assim os minutos excedentes ao plano sairiam no valor de R$ 0,57 (cinquenta e sete centavos).
Segundo a compreensão de todos, foi afirmado que as faturas iriam para a casa do servidor e os mesmos seriam responsáveis pelo pagamento delas e que caberia ao SINSEPI apenas a função de manter contato com a empresa TIM, somente quando houvesse problemas com os aparelhos.
Só que na verdade após diversas ligações, idas e vindas à sede da TIM em Fortaleza, A diretora Sandra Lúcia Bessa constatou que havia discordância em tudo que foi repassado pelo vendedor e que, quem seria de fato responsável por tudo era o SINSEPI, como também o plano da raiz seria para a entidade pagar. Como as pessoas que compraram os aparelhos assinaram contratos, o sindicato tem como viés esta possibilidade de solucionar o problema, acionar os meios legais,
entrando judicialmente e cobrando-as.
Frisou a diretora Sandra Lúcia Bessa, em sua fala diante da plenária de posse de minha gestão (2009-2011) afirmou que se poderia acionar a justiça para se ver a situação da raiz. Haja vista que os valores estavam na época em R$ 9.500,00 (nove mil e quinhentos reais aproximadamente e que em virtude disso o CNPJ do SINSEPI estava no SERASA. Já com relação aos débitos das faturas, sugeriu um prazo de dois dias para que os servidores e munícipes que adquiriram os aparelhos procurassem a sede do SINSEPI para quitarem ou parcelarem suas contas. O que ficou acordado por todos do plenário presente. Mesmo assim poucos compareceram ao sindicato
para conversarem com ela, até que assumi a gestão, fiz novamente assembléia, e fui autorizada a procurar meios para solucionar a dívida.
Devido a minha gravidez, tive que me afastar por quase todo ano de 2009, em virtude disso, as negociações ficaram suspensas. Em março de 2010, retornando da licença maternidade e assumindo as atividades da instituição, uma de minhas primeiras ações foi manter contato com a TIM NORDESTE, solicitando a relação dos devedores, onde fui informada que correspondia a 92 (noventa e dois) devedores, do total de 115 (cento e quinze) aparelhos que haviam sido vendidos para servidores e pessoas não servidoras do município de Itaitinga. A partir desse momento é que fui começar a entender a situação, pois a empresa TIM NORDESTE mensalmente nos enviava faturas de cobranças que totalizaram, na época, em média 40.000 reais.
No inicio o contato com a empresa TIM foi bastante complicado, pois lá constava como diretora do SINSEPI a Sandra Lúcia Bessa, então eu não representava a instituição SINSEPI. Encaminhei a pauta de minha posse constando a diretoria gestão 2009-2011, para regularizar a identificação do responsável legal da instituição. Fiz diversos telefonemas, sem obter nenhum resultado, passei horas e horas procurando manter contato com a empresa, até que consegui obter por ter
como funcionária da TIM no Rio de Janeiro uma prima minha que conseguiu fazer com que eu obtivesse as respostas para minhas indagações. Solicitei dos atendentes a listagem dos devedores, informes estes que eu pude identificar os responsáveis pelos débitos.
De imediato procurei pagar as faturas que constava como devedor o SINSEPI, eram 10 (dez) faturas no total, e dessas não consegui identificar quem eram os usuários da linha, cheguei a conclusão que poderiam ser os antigos diretores já que estavam com a identificação do SINSEPI. Paguei 8(oito) ficando apenas duas, que a TIM só me enviou os valores das faturas. Compreendi que só poderia quitar as 2 (duas) restantes depois que todos os débitos fossem pagos.
O processo todo ocorria assim: O usuário da linha não pagava, havia em seu débito com juros e também para as contas de responsabilidades do SINSEPI acresciam juros. Em virtude disso não pude liquidar todos os débitos em que constava o nome do sindicato.
Solicitei, por várias vezes, que a empresa TIM NORDESTE me enviasse as faturas por email
para que os devedores que queriam quitar a dívida solicitavam. Foi o meio mais rápido que consegui, pois temos algumas deficiências com a entrega das correspondências no município de Itaitinga, muitas faturas chegavam já com o dia do vencimento passado. Procurei identificar
cada responsável das respectivas dívidas. Pesquisei o que havia de informações no sindicato, tendo grandes dificuldades nas respostas, pois tive que colecionar tudo (Código do cliente, Endereço, CPF, RG, Código do Contrato, a linha), muitas pessoas da lista eu não conhecia, solicitei ajuda ao funcionário do sindicato Lídio Maia, que me ajudou com algumas informações, mandei fazer, diversas vezes, a entrega das faturas nas residências identificadas, tive como
empecilho a mudança de algumas pessoas do endereço no município de Itaitinga para Fortaleza , algumas pessoas moravam em Fortaleza e outras haviam ido morar fora do estado do Ceará.
Alguns/mas devedoras/res colocaram a mão na consciência e pagaram, já outras vieram ao
sindicato e afirmaram não pagar a dívida por se sentirem ludibriados com o que lhe foi oferecido, outros disseram que iriam colocar o sindicato na justiça se os cobrassem (pode?), além de ter ainda aqueles que comparavam os descontos dados para alguns, pois o desconto a TIM verifica quando foi a aquisição, e não efetuavam o pagamento.
Mesmo enfrentando todos esses obstáculos, procurei enviar as faturas para aqueles que
foram identificados. Dos 92 (noventa e dois), consegui reduzir para 70 (setenta) devedores. Incluindo as 8 (oito) que paguei do SINSEPI.
Como diretora da instituição, tenho consciência que não estou medindo esforços para sanar a dívida e venho procurando encontrar uma solução que possa ser benéfica a ambas as partes, mas infelizmente dependo de pessoas que por muitas vezes não estão preocupadas em honrar a palavra e nem o compromisso que muitos assumiram assinando um contrato no sindicato. Contratos esses que encontrei inúmeras falhas em seus preenchimentos.
Em 17 de fevereiro de 2011, fomos convocados a comparecer ao fórum de Itaitinga para uma audiência com a representante da empresa TIM NORDESTE, a advogada Lígia Arrais e a senhora juíza da Comarca. Havia a possibilidade de a TIM nos executar solicitando a tomada de bens do sindicato e até o bloqueio de nossa conta bancária para o pagamento da dívida. Estive lá, acompanhada do advogado do SINSEPI, David Oliveira, onde coloquei minhas argumentações de como estava procedendo até então. Foi solicitado um relatório geral e surgiu a possibilidade de sanarmos a dívida se colocássemos como alternativa passar a dívida de pessoa jurídica para pessoa física, para só assim poder ser resolvido a questão. Já que com os contratos teríamos a chance de fazer a cobrança judicialmente a cada usuário das linhas.
Iniciamos a ação de pessoas físicas no final do primeiro semestre de 2011 e alguns/mas devedores/ras já receberam a intimação, foram ao fórum, conversaram com a promotora, estiveram no sindicato ou telefonaram, com o propósito de quitar a dívida. Quando a dívida é bastante significativa fazemos um parcelamento. Estamos com 5 (cinco) pessoas sanando a dívida.
Acredito ser a cobrança na justiça a única possibilidade de se resolver o problema, já que as pessoas em débito não se disponibilizam por iniciativa própria efetuar o pagamento, agora o que não considero correto é a instituição prejudicar-se por causa dos débitos.
Como servidora, que na época não participei de nenhuma assembléia para autorizar esse negocio com a empresa TIM, pois não era nem filiada, não aceito que minha contribuição mensal que possibilita a funcionalidade do processo sindical no município seja desviada para pagar dívidas alheias. Para tanto, espero que se possa chegar a uma solução mais viável possível. A dívida é real e a TIM não dispensa 1 (um) centavo, somente nós sairemos perdedores.
Presto este esclarecimento porque sei que comentaram durante a eleição, sem embasamento
concrjjeto a respeito desse assunto. Tudo que estou fazendo relativo à dívida da gestão anterior, me foi autorizada em assembléia pelos filiados, e se ainda ficar qualquer dúvida peço que me
procurem, e estou disposta a apresentar os recibos, as faturas, a relação dos devedores, relação esta que poderá vir a surpreender a muitas pessoas, devido aos nomes que lá constam. Se for para prestar contas, quero prestar, sem omitir documentos. Aprendi com meus familiares
que a honestidade é uma grande virtude do ser humano e a prezo muito!
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